quarta-feira, 18 de junho de 2008

Mediando um grupo de cerca de 15 adolescentes, estremeço como que diante de uma visão: estou diante de jovens cegos, apesar de todos possuírem, ao que atestaria um médico, uma visão “perfeita”.
Olhavam, olhavam, olhavam. Não viam nada.
Nem na minha camiseta conseguiram identificar uma bicicleta. Que dirá carretéis nas telas.

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